Para a reabertura amanhã, está marcado o passeio “A Rainha refresca-se – na pista do Barroco”. Num percurso que começa nas Rua das Amoreiras, às 10h e termina no reservatório da Mãe d´Água, os visitantes pode-rão observar de perto um dos mais importantes monumentos nacionais e marcos na história da cidade de Lisboa.
Poderá ainda saber-se mais sobre o Aqueduto, que forneceu água aos habitantes da capital durante centenas de anos e que tem vindo a tentar uma candidatura a Património da Humanidade – até agora sem sucesso.
Intervenções não terminam
Com um custo estimado em cerca de 150 mil euros, suportados pela empresa responsável pela gestão do monumento, a EPAL, esta foi uma intervenção essencialmente de correcção. Para mais tarde projecta-se uma segunda fase de obras que serão mais complexas e que implicarão custos na ordem dos milhões de euros.
A complexidade das intervenções prende-se, entre outros factores, com a necessidade de reparar o exterior da ponte de pedra, o que implicará a instala-ção de uma estrutura suspensa.
O Aqueduto das Águas Livres foi mandado construir em 1731 por D. João V com o objectivo de abastecer a cidade de Lisboa – papel que cumpriu até aos anos 60. É constituído por 35 arcos e estende-se por mais de 941 metros.
Fonte: Destak
Arquivado em: Uncategorized